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O New Orleans Hornets recentemente mandou embora o técnico Byron Scott. Isso pode ter sido algo que vai favorecer o Lakers no futuro. Como?

Chris Paul, 24 anos, é o jogador franquia de New Orleans e ele está entrando no primeiro ano de um contrato que lhe irá pagar 68 milhões de dólares, logo ele é intocável. Porém o Hornets cometeu um grande erro. Eles mandaram Scott, que sempre foi muito próximo a Paul, embora sem antes consultar o jogador. CP3 ficou muito irritado, a ponto de comentar com amigos que ele sairia da equipe quando seu contrato terminar, no final da temporada 2011-2012.

Se Chris Paul realmente quiser sair, o Hornets será forçado a fazer uma troca antes de o contrato expirar, para não sair em um prejuízo maior.

CP3 não tem como controlar para onde vai, mas na hipótese será 2012. Até lá já é muito tempo para Phil Jackson ter se aposentado e outro técnico entrar em seu lugar. Byron Scott.

Scott se considera um Laker por toda a vida, já que jogou pela equipe na época que era jogador. E ele continua sendo amigo de Kobe Bryant, Magic Johnson e Jerry Buss.

Desde que foi mandado embora, o ex-técnico do Hornets já recebeu vários telefonemas de Kobe e outras pessoas ligadas ao Lakers, todos mostrando grande apoio a Scott.

E aonde você acha que Chris Paul vai querer jogar sabendo que Scott está treinando o Lakers? Mesmo que na troca ele não venha para Los Angeles, Scott ainda pode influenciar o armador a assinar com o time quando acabar seu contrato.

Tudo que foi dito aqui é apenas suposição e depende de muitos fatores, mas é possível. Talvez mais possível que o boato antes solto de que Lebron James poderia parar em Los Angeles.

Fonte: OC Register

Robert Horry, Will Smith

Em uma entrevista pelo telefone Robert Horry comentou de como se sentiria em voltar a jogar pelo Lakers.

O entrevistador lembrou que o jogador não joga desde o final da temporada de 2007-08 e Horry respondeu ao questionamento do repórter dizendo que não se aposentou oficialmente e ainda teve tempo para dar uma carimbada em alguns jogadores que estão na NBA.

“Se eles me chamarem eu volto. Eu posso jogar melhor que metade dos jogadores d NBA. E eu estou em forma também.”

Horry foi interrompido pelo repórter que falou

“Você está com 39 anos.”

Essa reposta gerou o seguinte comentário de Robert Horry.

“Pode me chamar então pra um contrato de 10 dias.” Respondeu Horry rindo

Ninguém acredita que o Lakers vá atrás do jogador, mesmo considerando a história de 3 títulos do eterno Robert Horry com o Lakers.

Fonte: LakersNation

Será que tem um lugar para Vujacic na rotação do Lakers?

Por enquanto parece que Sasha joga numa posição limitada, sendo reserva, muitas vezes, de Shannon Brown.

O último jogo contra o Knicks foi uma partida típica de Vujacic nessa temporada: nenhum ponto, tentando 3 arremessos e jogando apenas 8 minutos.

Os adversários nos últimos jogos vêm limitando o tempo de jogo do armador.

“Com os vários tipos de corpos que temos, com o tipo de jogadores que temos no banco, muitas vezes o tempo em quadra tem a ver com o adversário direto em quadra, tem a ver com o tipo de jogo que é jogado contra nós”, disse Phil Jackson.

Com certeza seria difícil para Vujacic, 2.01m, defender jogadores como Chris Duhon, Nate Robinson ou Larry Hughes, todos menores e mais rápidos que ele.

“Nós jogamos vários jogos contra times que tem armadores menores”, disse Vujacic. “Eu não sei como será nos próximos jogos, mas eu tenho que me manter preparado”.

Nessa temporada Sasha está com médias de 1.9 pontos, acertando 29.4% dos arremessos de quadra, jogando uma média de 8.1 minutos por jogo. Na temporada 07-08, ele teve médias de 8.8 pontos acertando 45.3% dos arremessos, jogando 17.8 minutos.

Phil Jackson disse na última temporada que o “The Machine” estava mais preocupado com o seu cabelo do que em ser eficiente em quadra. Vujacic cortou o cabelo antes de voltar para essa temporada, porém até agora isso não fez efeito.

Fonte: LA Daily News

Hoje será um dia lembrado para sempre como “O dia do massacre do peruzão.”

O nome foi dado por Kobe Bryant, após o que ele classificou como um massacre a vitória do time dos armadores por 145 a 100 contra os pivôs.

“Eles não precisam de mim.” Disse Bryant que não jogou o jogo-treino tradicional de Phil Jackson e no lugar descansou como vem fazendo nos últimos anos.

“Você viu o que os armadores fizeram? Espancaram os pivôs! Chutaram eles pacas.”

O time dos armadores foi formado por Ron Artest, Adam Morrison, Sasha Vujacic, Shannon Brown e Jordan Farmar.

Eles conseguiram liderar por até 60 pontos.

Derek Fisher não jogou e Luke Walton foi o juiz.

O time formado pelos pivôs que consistia em Pau Gasol, Andrew Bynum, DJ Mbenga, Josh Powell e Lamar Odom.

Bryant até deu um recap do jogo.

“Os pivôs não conseguem segurar os armadores. Eles são muito rápidos e arremessam de longe. Em um momento do jogo eles acertaram 12 cestas dos 3 seguidas! Não teve nem graça foi um massacre.” Disse Bryant.

O jogo teve direito até de um grito de “Tacos! Tacos.” Como nos jogos no Staples Center.

“Todos estavam muito bem. Os pivôs não tiveram a mínima chance. Foi feio!” Finalizou Bryant.

Fonte: O.C Register

Entrevista: Kobe Bryant

Uma entrevista muito legal do Kobe. Ele fala sobre seu jogo, aperfeiçoamentos, seu treinamento com o Olajuwon, se pensa em parar e outras coisas.

Entrevista:

P: Será que um jogador tem que sempre evoluir seu jogo para continuar tendo um papel relevante? Como funciona esse processo para você?

R: Eu apenas continuo treinando, gostando do que eu faço. Eu acho que eu dei muita sorte porque eu realmente amo o que eu faço. Há jogadores que jogam porque eles são bons, pois eles conseguem produzir, pois eles são adorados pelo seu jogo. Esse é um tipo de motivação diferente. Quando você faz algo que você realmente ama você quer fazer isso o tempo todo.

P: Por que você começou a treinar com Tim Groover, ex-treinador de Michael Jordan?

R: É apenas que eu estava cometendo alguns erros que eu achei que poderia melhorar, algumas áreas do meu jogo que eu considero que são fracas, áreas que não eram muito exploradas no meu programa de treinamento antigo, então eu quis melhorar, quis aperfeiçoar meu jogo.

P: Quais áreas?

R: Todas as áreas. Não vou entrar em detalhes, só quis melhorar no geral.

P: Você acha que ainda consegue melhorar e crescer como jogador?

R: Eu acho. Eu acredito que ainda há muito que eu preciso compreender. Muitas dessas coisas têm relação com vencer como equipe, não tem nada a ver comigo como um indivíduo. Como eu posso liderá-los? Esse é o tipo de evolução. Quando você entra na NBA, você tenta se provar para os outros como um indivíduo, tenta fazer coisas que vão te estabelecer e se afirmar dentro do time e da liga. Porém depois que você fez isso, há um outro nível de jogo a ser alcançado, um nível que é mais complexo do que descobrir como preencher as estatísticas.

P: Você acha que o seu jogo evoluiu desde uns dois ou três anos atrás?

R: Com certeza. Uma grande parte graças ao time que eu estou, pois eles me permitiram explorar essas outras áreas, já que são melhores jogadores. Assim eu posso sentar e pensar “Ok, eu não preciso fazer 40 pontos por jogo para nos manter competitivos”, podendo começar a pensar mais no jogo e pensar nas peças que eu posso usar para fazer com que o oponente pense “Eu tenho que ir lá e tentar vencer dois ou três jogadores deles apenas para tentar manter meu time na partida”. Então eu acredito que o meu time me permitiu chegar num outro nível de entendimento do jogo.

P: Você já pensou por mais quanto tempo você pretende jogar?

R: Não, não pensei. Acho que o motivo pelo qual ainda não parei para pensar nisso é que eu ainda me sinto muito bem. Eu ainda acho que tenho muito gás no tanque. Embora a luz no fim do túnel esteja mais perto agora do que no começo da minha carreira, eu ainda não estou pronto para pensar quantos ainda tenho pela frente.

P: Você já se deu conta da quantidade de pontos que você está fazendo dentro do garrafão nesse começo de temporada?

R: Sim, eu ouvi falar. Eu acho que é apenas um testamento do meu trabalho. Eu posso mudar o meu jogo, ele não precisa ser sempre igual. As partes fortes do meu jogo que eu tenho hoje em dia eram minhas fraquezas no começo da carreira, porém as fortes de quando eu era jovem já começaram a contar como fraqueza. Portanto é necessário mudar o seu jogo e continuar vendo os resultados em quadra.

P: Você quer contar sobre o treinamento que você teve no verão com o Hakeem Olajuwon?

R: Não quero contar os detalhes, vou mantê-los em segredo. Mas eu tive uma ótima sessão de treinamento com ele. Foi apenas uma, tive apenas um dia para isso. Eu acordei cedo, fiz meus pequenos treinamentos pessoais, ai ele passou no hotel para me pegar, fomos até a casa dele e começamos o treinamento sério. Treinamos por quase 5 horas diretas. Depois ele me levou para o aeroporto e eu fui embora.

P: Mas você sempre teve um bom jogo no garrafão não teve?

R: É muito mais do que isso. São os detalhes que ele me deu, algumas dicas, para onde olhar, como os defensores vão reagir. Olhe para os vídeos de Hakeem se movimentando no garrafão, os giros. Uma coisa é olhar o vídeo e outra é realmente entender a jogada, pegar os detalhes nela. Isso foi o que ele dividiu comigo.

P: Você assiste mais vídeos agora ou uma década atrás para se preparar?

R: Eu assistia mais antigamente, pois eu estava aprendendo. Agora eu ainda estou aprendendo, mas eu consigo me lembrar muito bem de cada detalhe do que acontece ao decorrer do jogo. Então eu assisto a um vídeo para me preparar para um time em particular, mas não assisto tantos vídeos como antes.

P: Você levanta mais ou menos peso hoje em dia?

R: Provavelmente um pouco menos. Mas tudo agora é mais específico, eu sei exatamente o que eu estou fazendo. Eu tenho um grande programa de treinos, um programa construído para mim.

Fonte: Off The Dribble

Shannon Brown ainda não foi convidado para participar da competição de enterradas no fim de semana das estrelas, que vai acontecer em fevereiro de 2010, em Dallas. Ainda.

Porém quanto mais acrobático ele for, quanto mais alto ele voar, quanto mais vezes ele fizer enterradas que fizeram ele ser a sensação do Youtube, quanto mais vezes ele aparecer nos melhores momentos das partidas, mais chances ele terá de participar da competição.

Seus companheiros de equipe adoram as suas enterradas, a torcida fica enlouquecida quando Shannon Brown, de 1,93m, desafia a gravidade em seus pulos.

Apenas 3 jogadores da história do Lakers participaram dessa competição, Michael Cooper em 1984, Antonio Harvey em 1995 e Kobe Bryant em 1997. Kobe foi o único vitorioso.

“Se eu conseguir participar da competição pode ter certeza que irei com tudo”, disse Brown. “Eu sempre digo que não estou pensando nisso, só estou pensando em ajudar a equipe nas partidas. Mas eu prometo, se eu conseguir participar, farei algo especial”.

Fonte: LA Times

Primeira Parte:

 

Segunda Parte:

 

Principais Estatísticas:

Kobe Bryant: 34 pontos, acertando 14 de 20 arremessos e 3 roubos de bola.

Andrew Bynum: 17 pontos e 8 rebotes

Pau Gasol: 11 pontos, 16 rebotes e 2 tocos.

Ron Artest: 17 pontos, 7 rebotes e 4 assistências

Derek Fisher: 12 pontos, 6 rebotes e 4 assistências

 

 

Kobe Bryant foi eleito o jogador da semana da conferência oeste. É a 23ª vez na sua carreira que ele é eleito jogador da semana.

Kobe jogou muito bem nos 3 jogos dessa última semana, liderando o Lakers nas 3 vitórias, com médias de 29.8 pontos, 6.7 rebotes e 6.7 assistências. Além disso, no dia 19 de novembro Kobe ultrapassou Kareem Abdul-Jabbar chegando ao segundo lugar na lista de cestinhas na franquia Lakers de todos os tempos e, no dia 17 de novembro, foi a centésima vez que ele marcou 40 pontos ou mais em um jogo na sua carreira.

Segue agora os estatísticas de Kobe nesses 3 jogos:

17 novembro, vs Detroit: 40 pontos, 5 rebotes e 5 assistências, vitória por 106 a 93.

19 novembro, vs Chicago: 21 pontos, 9 rebotes e 8 assistências, vitória por 108 a 93

22 novembro, vs Oklahoma City: 26 pontos (fora alguns arremessos inacreditáveis), 6 rebotes e 7 assistências, vitória por 101 a 85.

Lebron James levou o titulo de jogador da semana na conferência leste.

Fonte: My.Lakers.com

Jim Buss, o vice presidente do Lakers quanto aos jogadores comentou a vinda de Artest para o time.

“Acredito que Artest é um defensor incrível e um jogador perfeito para o nosso sistema. Acho que melhoramos. Ele gosta de travar os jogadores de alta qualidade dos outros times. Ele gosta de enfrentar os Carmellos e Leborns da liga.” Disse Buss que ainda completou

“Não existem muitas pessoas que gostam disso. Ele me impressionou quando conversamos, sei que ele tem uma reputação, mas quando você conversa com ele não consegue ver isso. Ele está bem há anos. Acho que ele é uma boa pessoa e acredito que ele sabe o que deseja,ele quer um anel.” Finalizou Buss.

Fonte: InsideSoCal

Power Rankings: 4ª Semana

Se você estiver acompanhando o Power Rankings desde o ano passado, você sabe que o mantemos informado de como as conferências se comportam uma contra a outra. E você também sabe que o Leste bateu o Oeste na temporada passada por 231-219.

Esta temporada, o Oeste diminuiu essa diferença bem rápido. Sete das 10 equipes de melhor campanha na liga estão na Conferência Oeste…

Ranking:

1 Atlanta

2 Orlando

3 Phoenix

4 Dallas

5 LAKERS

Com o retorno de Pau Gasol, os Lakers parecem novamente com o time campeão que jogou ano passado , derrotando o Bulls e Thunder com arremessos sobre a tabela e tudo mais. Eles devem ficar próximo do topo e agora que tem mais alguns jogos em casa.

 

Fonte: NBA.com

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